Os Anos Dourados em Messejana
As lembranças são um espetáculo à parte em nossa memória. Principalmente as ótimas recordações que temos de Messejana, nos chamados Anos Dourados, época verdadeiramente inesquecível para os que a vivenciaram.
As noitadas alegres de Messejana dos anos 50/60 eram caracterizadas por lazeres seguros, singelos e tranqüilos. O Balneário Clube de Messejana é marcante neste contexto.
O Balneário Clube de Messejana
Fundado em 1960, o Balneário ocupava uma estrutura simples, às margens da Lagoa de Messejana e oferecia como opção os banhos de lagoa, jogos de voleibol e futebol e as festas e tertúlias ao som de uma radiola com os discos de vinil rodando e duas caixas de som, executando Ray Conniff e sua orquestra, Perez Prado, Poly e sua Guitarra e outros itens orquestrados.
As festas e tertúlias geralmente aconteciam aos sábados e domingos, em tempos nos quais as sextas-feiras não eram designadas para as farras e festejos.
O Balneário Clube de Messejana, às margens da Lagoa de mesmo nome, era o centro das badalações e onde aconteciam as tertúlias e matinais dançantes. Muito bem freqüentado, foi palco de inúmeras festividades marcantes no cenário local.
A moçada se reunia e o "point" dos fins de semana, sem dúvida, era o Balneário, como simplesmente era chamado.
Sua sede ficava às margens da Lagoa de Messejana, na qual, segundo a lenda, e o escritor José de Alencar, Iracema, a "virgem dos lábios de mel", tomava banho e saía correndo até a Praia de Iracema, chegando a seu destino ainda com os cabelos molhados, tal a sua rapidez.
A vista do Balneário era muito bonita, tendo como cenário a belíssima Lagoa de Messejana, que às tardes nos proporcionava um pôr-do-sol magnífico, com cintilantes reflexos em suas águas. O Balneário Clube de Messejana tinha uma extensa área verde ao redor do salão, bem arborizada, formando um espaço muito agradável para seus freqüentadores.
O clube possuía uma arquitetura simples, sendo amplo e bem estruturado, no que se refere ao salão de dança e palco. Deixava muito a desejar pela precariedade de suas instalações de secretaria, bar e da própria fachada.
As festas na primeira metade da década de 60 reuniam a pequena comunidade de Messejana, então distrito, e nelas compareciam os homens, trajados de terno e as mulheres com vestido de festa. Os primeiros com brilhantina e as últimas com laquê no cabelo, uma substância que mantinha duro e armado, com o mesmo penteado impecável a noite inteira.
As orquestras presentes no clube, tanto podiam ser de renome local como até internacional, como Casino de Sevilha, Tobias Troisi ou Alberto Mota e seu conjunto, Ivanildo e seu Conjunto, Moreira Filho, todos executando rumbas, boleros, chá-chá-chá, merengues, sambas e outros ritmos ao sabor da época.
O bar do clube era dirigido por Seu Moacir Almeida, tendo como garçom o “Coquim”, servindo generosas doses de cuba-libre (rum com coca) para os presentes que se divertiam na madrugada acariciada pela brisa da lagoa, agitada pelo leque dos mangueirais iluminados pelas lâmpadas fluorescentes do recinto.
Depois da festa todo mundo ia á pé para casa, já que a grande maioria morava perto, e assaltos mesmo só em filmes e revistas em quadrinhos.
Já na Praça Tristão de Alencar, no centro ficava a União Recreativa José de Alencar (URJA), clube agregado ao time de futebol Messejana Esporte Clube e que possuía uma irradiadora que lançava na pracinha e adjacências o repertório de suas tertúlias ou simplesmente sua programação musical, constituída de Noca do Acordeon, Abdias e sua Sanfona, Trio Os Guaranys e outros nomes mais votados daquele período.
Como o Balneário, a URJA mantinha o seu jogo de voleibol e também organizava suas quadrilhas juninas e festas de carnaval. Um dos locutores da irradiadora da URJA era o Luciano, conhecido como Lúbi-Lúbi, por ter quase dois metros de altura e uma risada de encher recintos. Sua voz era marcante nas transmissões das mensagens e na locução da irradiadora da URJA.
Messejana se divertia assim, de maneira singela e não menos alegre, nos anos dourados.
Luiz Antonio Alencar (Peninha), jornalista e eterno Big Brasa.
O Instituto Portal Messejana é uma organização não governamental, constituída sob a forma de associação civil de direitos privados, sem fins lucrativos, com sede em Fortaleza, Ceará. O Portal Messejana há mais de onze anos integra a comunidade de Messejana e proporciona um conteúdo selecionado aos internautas em geral, nos mais diferentes aspectos, com ênfase para os pontos turísticos de Messejana, de Fortaleza e de todo o Ceará. contato@portalmessejana.com.br
domingo, 23 de maio de 2010
O Portal Messejana e suas reportagens sobre Turismo
O Portal Messejana e suas reportagens sobre Turismo
O Portal Messejana tem dedicado boa parte de seu tempo e se esforçado ao máximo para atender às suas metas. Dentre elas a de procurar o resgate da história de Messejana, em Fortaleza – Ceará, e a de mostrar os belos pontos turísticos existentes no Estado.
Para isso, com recursos próprios, realiza periodicamente viagens nos roteiros de praias do litoral leste e oeste do Estado e também pelas serras de Ibiapaba (Serra Grande) e o Maciço de Baturité.
Foram inúmeros percursos, nos quais conhecemos localidades belíssimas, de deixar os turistas de queixo caído, como se diz. Muitas dificuldades foram superadas e muitos esforços despendidos. Mas os resultados valeram à pena. Centenas de fotografias de alta resolução foram obtidas, as quais estão dispostas nas galerias de turismo do site, à disposição dos internautas. Diversas matérias foram escritas a respeito dos locais visitados, através dos quais o Portal desejou encontrar uma forma ativa de ajudar os estudantes e pesquisadores diversos em suas atividades de estudo ou de trabalho.
Além de praias e serras, a equipe do Portal Messejana se deslocou em 2008, por duas vezes, para áreas inóspitas de mata, com o objetivo de documentar cursos de sobrevivência na selva.
Espera poder continuar sua missão de forma como tem feito até agora. Há espaços no site para aquelas empresas que quiserem apoiar, de uma forma ou de outra, as matérias de turismo.
Fica registrado o agradecimento a todos os colaboradores do Portal Messejana e aquelas pessoas que participaram das reportagens e ajudaram na sua construção.
A galeria de fotos no link abaixo trás alguns dos muitos momentos em que as equipes do Portal Messejana se auto-registrou em imagens, para este fim específico, o de não esquecer a boa vontade e o trabalho daqueles que nos ajudaram em 2008.
Com os agradecimentos pela ajuda e colaboração, o Portal Messejana apresenta a galeria de foto dos participantes.
Veja no site em http://www.portalmessejana.com.br
Envie email para contato@portalmessejana.com.br
O Portal Messejana tem dedicado boa parte de seu tempo e se esforçado ao máximo para atender às suas metas. Dentre elas a de procurar o resgate da história de Messejana, em Fortaleza – Ceará, e a de mostrar os belos pontos turísticos existentes no Estado.
Para isso, com recursos próprios, realiza periodicamente viagens nos roteiros de praias do litoral leste e oeste do Estado e também pelas serras de Ibiapaba (Serra Grande) e o Maciço de Baturité.
Foram inúmeros percursos, nos quais conhecemos localidades belíssimas, de deixar os turistas de queixo caído, como se diz. Muitas dificuldades foram superadas e muitos esforços despendidos. Mas os resultados valeram à pena. Centenas de fotografias de alta resolução foram obtidas, as quais estão dispostas nas galerias de turismo do site, à disposição dos internautas. Diversas matérias foram escritas a respeito dos locais visitados, através dos quais o Portal desejou encontrar uma forma ativa de ajudar os estudantes e pesquisadores diversos em suas atividades de estudo ou de trabalho.
Além de praias e serras, a equipe do Portal Messejana se deslocou em 2008, por duas vezes, para áreas inóspitas de mata, com o objetivo de documentar cursos de sobrevivência na selva.
Espera poder continuar sua missão de forma como tem feito até agora. Há espaços no site para aquelas empresas que quiserem apoiar, de uma forma ou de outra, as matérias de turismo.
Fica registrado o agradecimento a todos os colaboradores do Portal Messejana e aquelas pessoas que participaram das reportagens e ajudaram na sua construção.
A galeria de fotos no link abaixo trás alguns dos muitos momentos em que as equipes do Portal Messejana se auto-registrou em imagens, para este fim específico, o de não esquecer a boa vontade e o trabalho daqueles que nos ajudaram em 2008.
Com os agradecimentos pela ajuda e colaboração, o Portal Messejana apresenta a galeria de foto dos participantes.
Veja no site em http://www.portalmessejana.com.br
Envie email para contato@portalmessejana.com.br
O Brasil, a impunidade e as desigualdades sociais
O Brasil, a impunidade e as desigualdades sociais
A força da Lei Maior, que é a Constituição Brasileira, deveria imperar em nosso país, produzindo seus efeitos benéficos e trazendo justiça para a população. Mas o que vemos, na realidade, e o pior, que não é compreendido pela grande massa, é que a Constituição não é cumprida. Senão vejamos:
Um dos aspectos diz respeito à igualdade entre os brasileiros. Ora, igualdade é igualdade e não semelhança ou coisa parecida. O que vemos, partindo dos três poderes da República, que são o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, uma diferença enorme entre eles próprios, nos salários, nas cargas horárias de trabalho e em outros setores, que mais acentuada fica se comprada com a classe trabalhadora brasileira.
Ontem, 18, a televisão divulgou nota relativa à carga horária do Poder Judiciário, no sentido de que os juízes trabalham apenas meio ano, ou seja, computando-se os finais de semana, feriados nacionais, feriados específicos da classe, dois meses de férias – sim – dois meses, e mais o recesso de final de ano, há uma diferença brutal entre o trabalho desse poder governamental e a classe trabalhadora como um todo. E os salários? Isso nem se fala, porque as diferenças são gritantes. Não que a população inteira tenha que receber salários altos e iguais, mas sim, que a diferença entre os maiores salários e o salário-mínimo teria que ser menor, como em países mais civilizados. Vale dizer, segundo a reportagem divulgada pela televisão, que existe um processo em tramitação no congresso nacional há dois anos, que tenta reverter a situação e diminuir as férias do Judiciário, igualando o período a o dos trabalhadores e funcionários normais. Mas, como é de se esperar, o projeto está parado, engavetado e ninguém fala nisso no momento.
A impunidade é mais uma vez a tônica do ano, ao lado da violência. A sensação de falta de justiça paira em todos os momentos, com raras exceções, é claro. Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal afirmaram que o ano foi de contribuições belíssimas das casas para o Brasil, um trabalho bem feito e tudo perfeito. Boris Casoy, apresentador de televisão, disse após a transmissão da notícia: "ou eles estão brincando, ou falando de outro país, que não é o nosso".
Os escândalos de corrupção entre os políticos se sucedem. Um é maior que o outro e todos acabam da mesma forma: em nada. Ninguém é punido, tudo volta ao normal e todo mundo se sai bem, mesmo depois de imagens e provas que fazem qualquer um estremecer. A Polícia Federal e os órgãos de inteligência trabalham incansavelmente. E descobre os furtos, a malversação do dinheiro público, a lavagem de dinheiro sujo etc. Prendem todo mundo. Mas e daí? O que vem depois é uma sucessão de recursos judiciais sem fim e que sempre acabam por beneficiar os criminosos de terno e gravata.
Nos municípios há uma preocupação geral, agora, com o Réveillon e com a queima de fogos de artifício, em uma competição que o povo só tem a perder. Milhões e milhões são gastos com fogos, que são pagos com que dinheiro? O nosso! Do contribuinte! Mas o povão, que vê graça apenas nas novelas e pela própria educação não enxerga os fatos, não nota que os hospitais estão muito carentes, que seus exames médicos não são marcados para as datas que realmente deles necessitam, que as operações médicas são marcadas com muito atraso e que medicamentos faltam em praticamente toda a rede publica do país, além do péssimo atendimento. Pode isso?
Esperamos que em 2010 a situação melhore. Mas é quase impossível. Está tudo dominado...
A força da Lei Maior, que é a Constituição Brasileira, deveria imperar em nosso país, produzindo seus efeitos benéficos e trazendo justiça para a população. Mas o que vemos, na realidade, e o pior, que não é compreendido pela grande massa, é que a Constituição não é cumprida. Senão vejamos:
Um dos aspectos diz respeito à igualdade entre os brasileiros. Ora, igualdade é igualdade e não semelhança ou coisa parecida. O que vemos, partindo dos três poderes da República, que são o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, uma diferença enorme entre eles próprios, nos salários, nas cargas horárias de trabalho e em outros setores, que mais acentuada fica se comprada com a classe trabalhadora brasileira.
Ontem, 18, a televisão divulgou nota relativa à carga horária do Poder Judiciário, no sentido de que os juízes trabalham apenas meio ano, ou seja, computando-se os finais de semana, feriados nacionais, feriados específicos da classe, dois meses de férias – sim – dois meses, e mais o recesso de final de ano, há uma diferença brutal entre o trabalho desse poder governamental e a classe trabalhadora como um todo. E os salários? Isso nem se fala, porque as diferenças são gritantes. Não que a população inteira tenha que receber salários altos e iguais, mas sim, que a diferença entre os maiores salários e o salário-mínimo teria que ser menor, como em países mais civilizados. Vale dizer, segundo a reportagem divulgada pela televisão, que existe um processo em tramitação no congresso nacional há dois anos, que tenta reverter a situação e diminuir as férias do Judiciário, igualando o período a o dos trabalhadores e funcionários normais. Mas, como é de se esperar, o projeto está parado, engavetado e ninguém fala nisso no momento.
A impunidade é mais uma vez a tônica do ano, ao lado da violência. A sensação de falta de justiça paira em todos os momentos, com raras exceções, é claro. Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal afirmaram que o ano foi de contribuições belíssimas das casas para o Brasil, um trabalho bem feito e tudo perfeito. Boris Casoy, apresentador de televisão, disse após a transmissão da notícia: "ou eles estão brincando, ou falando de outro país, que não é o nosso".
Os escândalos de corrupção entre os políticos se sucedem. Um é maior que o outro e todos acabam da mesma forma: em nada. Ninguém é punido, tudo volta ao normal e todo mundo se sai bem, mesmo depois de imagens e provas que fazem qualquer um estremecer. A Polícia Federal e os órgãos de inteligência trabalham incansavelmente. E descobre os furtos, a malversação do dinheiro público, a lavagem de dinheiro sujo etc. Prendem todo mundo. Mas e daí? O que vem depois é uma sucessão de recursos judiciais sem fim e que sempre acabam por beneficiar os criminosos de terno e gravata.
Nos municípios há uma preocupação geral, agora, com o Réveillon e com a queima de fogos de artifício, em uma competição que o povo só tem a perder. Milhões e milhões são gastos com fogos, que são pagos com que dinheiro? O nosso! Do contribuinte! Mas o povão, que vê graça apenas nas novelas e pela própria educação não enxerga os fatos, não nota que os hospitais estão muito carentes, que seus exames médicos não são marcados para as datas que realmente deles necessitam, que as operações médicas são marcadas com muito atraso e que medicamentos faltam em praticamente toda a rede publica do país, além do péssimo atendimento. Pode isso?
Esperamos que em 2010 a situação melhore. Mas é quase impossível. Está tudo dominado...
Uma viagem interessante
Do micro ao macro-cosmos - Uma viagem interessante
Vivemos em um mundo imenso. Nosso planeta terra, maravilhoso, que nos oferece tudo para a vida. Uma grandiosidade. Mas se compararmos ao Universo veremos que nem tudo dessa nossa morada é grande. A terra desaparece aos olhos de quem observa o Universo pleno.
Ao vermos as imagens que comprovam isso, desnuda a noção de que “somos os seres mais importantes”, isso e aquilo. Das falhas humanas, podemos refletir na existência de outros planos, de uma criação divina.
E também podemos tirar algumas conclusões a respeito do comportamento humano. Por exemplo, reconhecer nossa insignificância perante o Universo, tendo em vista que a terra inteira é considerada apenas um cisco frente ao cosmos.
Por último, podemos com muita convicção aperfeiçoar um pouco mais a nossa mente e retirar todo o orgulho, a inveja e outras condições que não são compatíveis com as boas maneiras de se viver.
Assim, desprezando o fútil e cultivando a mente, de forma elevada, podemos respeitar mais o nosso próximo, amar nossos semelhantes, o que nos ajudará sem dúvida a enriquecer a bagagem para nossa viagem futura para outros lugares do universo, talvez em forma de anti-matéria, porque nosso espírito é eterno.
Clique aqui para ver imagens
João Ribeiro da Silva Neto
Vivemos em um mundo imenso. Nosso planeta terra, maravilhoso, que nos oferece tudo para a vida. Uma grandiosidade. Mas se compararmos ao Universo veremos que nem tudo dessa nossa morada é grande. A terra desaparece aos olhos de quem observa o Universo pleno.
Ao vermos as imagens que comprovam isso, desnuda a noção de que “somos os seres mais importantes”, isso e aquilo. Das falhas humanas, podemos refletir na existência de outros planos, de uma criação divina.
E também podemos tirar algumas conclusões a respeito do comportamento humano. Por exemplo, reconhecer nossa insignificância perante o Universo, tendo em vista que a terra inteira é considerada apenas um cisco frente ao cosmos.
Por último, podemos com muita convicção aperfeiçoar um pouco mais a nossa mente e retirar todo o orgulho, a inveja e outras condições que não são compatíveis com as boas maneiras de se viver.
Assim, desprezando o fútil e cultivando a mente, de forma elevada, podemos respeitar mais o nosso próximo, amar nossos semelhantes, o que nos ajudará sem dúvida a enriquecer a bagagem para nossa viagem futura para outros lugares do universo, talvez em forma de anti-matéria, porque nosso espírito é eterno.
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João Ribeiro da Silva Neto
Educação, um direito de todos?
Educação, um direito de todos?
Deveria ser. Pelo menos é o que as leis dizem. Mas no Brasil isso infelizmente não ocorre. Há muitos países em nosso continente, são diversas localidades em regiões diferentes, com culturas, costumes e renda per capita diferente também.
A diversidade, portanto, é enorme. As desigualdades nem se fala. Dentro desses fatores existe a exploração desenfreada de pessoas inescrupulosas que pecam de forma direta ou indireta, por não agirem contra o "status quo" no momento em que agem, com todas as técnicas de marketing, de propaganda e pela simples falta de informação mesmo. De verdade. Pergunte se o pessoal está com dinheiro para o carnaval? Ora, claro que sim...
E para a cerveja e outros excessos cometidos ao longo do ano. Também. As propagandas se voltam para as datas festivas ou comemorativas. E a cada semana tem uma marcada. É Dia disso, daquilo etc. É feriadão que não acaba mais. E os lucros dos comerciantes aumentam. Os dos bancos ainda mais. Quando se acaba de comemorar uma data pode ver que já vem outra bem próxima, com todas as ofertas, promoções e atrativos para fazer você usar seu cartão de crédito. É assim ou não é?
AS DIFICULDADES DOS PAIS MAIS CARENTES PARA EDUCAR SEUS FILHOS
Vamos abreviar: o que queremos dizer é que em nosso país, particularmente no Estado do Ceará, um dos mais desfavorecidos da União, a escolarização se torna mais difícil em particular para as crianças, cujos pais têm pouca ou quase nenhuma renda.
Isto, dentre outros fatores, por conta da falta de creches do governo e pelo total desrespeito por parte da maioria das escolas particulares, que abusam no preço das mensalidades, nas exigências do material escolar (infindáveis listas de compras, pela qualidade e quantidade), além de desrespeitar e muito a livre concorrência ao determinar que tipo de livro ou de material deve ser adquirido pelo aluno e até mesmo, em alguns casos, indicar onde o cidadão é obrigado a comprar. Obrigado? Ninguém é obrigado a fazer nada... Mas nesse caso é. Senão vejamos.
Creiam que existem livros indicados por escolas de Messejana, que somente são vendidos na própria escola. E aí, fazer o que? Os pais ficam desesperados. Ou não... Até que alguns pela própria situação de penúria já estão acostumados e vão tocando o barco. Nisso os filhos crescem despreparados. E o problema nunca será resolvido.
Desse modo os pais ficam verdadeiramente à mercê dessa situação assustadora, vergonhosa e afrontosa. Mas por que tudo isso? Um dos motivos é a própria falto de tenacidade do povo, de fibra, de falta de vontade, de coragem, de ânimo, de conhecimento ou de cidadania para reivindicar suas melhoras, seus direitos. Isto decorre da falta de uma educação de base que não tiveram. E para combater essa situação o governo deveria agir. E nossos representantes políticos (?) também. Mas não o fazem. O porquê será assunto de uma nova abordagem. Mas vejamos:
OS LIVROS DIDÁTICOS
Quem inventou essa história de livros didáticos que os próprios alunos neles escrevem e no final do ano não servem para outras pessoas? E além dos inventores há que se saber quem assumiu e aceitou toda essa idéia em um país que milhares de pessoas passam necessidade, não tem acesso à educação nem à saúde como determina a Constituição Brasileira? A classe educadora (direções de escolas e pessoas capacitadas para ver este problema na realidade estão totalmente cegas). Não enxergam mais do que seus limites burocráticos, interesses salariais, comodismo etc. O problema é mais sério assim, pois se as pessoas que deveriam denunciar e assim contribuir para a melhoria do ensino não o fazem de forma adequada, tudo está perdido. Pois esperar pela classe política é difícil. Alguma coisa como acreditar que Papai Noel existe e por aí vai...
Os livros deveriam voltar a ser como antigamente - utilizáveis por um período mais longo - e não servir a interesses financeiros de grupos, de editoras e sabemos mais de quem patrocina isso tudo. Mas não, um livro que um pai compra hoje é utilizado por seu filho e dura somente um ano. E depois, ora, joga-se fora e compra-se outro. Simples assim, como a propaganda diz. E o povo é que se dane, como dizem muitos.
O Portal Messejana ofereceu espaço gratuito para todas as escolas públicas da comunidade. Algumas a muito custo e insistência do próprio site forneceram um histórico, alguns dados para a confecção de suas páginas. Mas na realidade não houve o interesse por parte das direções como o Portal esperava. Um espaço livre para a divulgação de artigos dos estudantes, como incentivo à educação, à cultura e ao conhecimento. Sabem quantos colégios enviaram matérias para serem divulgadas na seção Estudantil, como artigos de alunos, trabalhos escolares etc.? Nenhum colégio e nenhum artigo. Nada. O mesmo exemplo se dá com a comunidade, pelo incansável oferecimento do Portal para reportagens com lideranças para apresentar suas reivindicações. Ninguém quer saber de nada.
Que pena que chegamos a este ponto.
João Ribeiro da Silva Neto
Deveria ser. Pelo menos é o que as leis dizem. Mas no Brasil isso infelizmente não ocorre. Há muitos países em nosso continente, são diversas localidades em regiões diferentes, com culturas, costumes e renda per capita diferente também.
A diversidade, portanto, é enorme. As desigualdades nem se fala. Dentro desses fatores existe a exploração desenfreada de pessoas inescrupulosas que pecam de forma direta ou indireta, por não agirem contra o "status quo" no momento em que agem, com todas as técnicas de marketing, de propaganda e pela simples falta de informação mesmo. De verdade. Pergunte se o pessoal está com dinheiro para o carnaval? Ora, claro que sim...
E para a cerveja e outros excessos cometidos ao longo do ano. Também. As propagandas se voltam para as datas festivas ou comemorativas. E a cada semana tem uma marcada. É Dia disso, daquilo etc. É feriadão que não acaba mais. E os lucros dos comerciantes aumentam. Os dos bancos ainda mais. Quando se acaba de comemorar uma data pode ver que já vem outra bem próxima, com todas as ofertas, promoções e atrativos para fazer você usar seu cartão de crédito. É assim ou não é?
AS DIFICULDADES DOS PAIS MAIS CARENTES PARA EDUCAR SEUS FILHOS
Vamos abreviar: o que queremos dizer é que em nosso país, particularmente no Estado do Ceará, um dos mais desfavorecidos da União, a escolarização se torna mais difícil em particular para as crianças, cujos pais têm pouca ou quase nenhuma renda.
Isto, dentre outros fatores, por conta da falta de creches do governo e pelo total desrespeito por parte da maioria das escolas particulares, que abusam no preço das mensalidades, nas exigências do material escolar (infindáveis listas de compras, pela qualidade e quantidade), além de desrespeitar e muito a livre concorrência ao determinar que tipo de livro ou de material deve ser adquirido pelo aluno e até mesmo, em alguns casos, indicar onde o cidadão é obrigado a comprar. Obrigado? Ninguém é obrigado a fazer nada... Mas nesse caso é. Senão vejamos.
Creiam que existem livros indicados por escolas de Messejana, que somente são vendidos na própria escola. E aí, fazer o que? Os pais ficam desesperados. Ou não... Até que alguns pela própria situação de penúria já estão acostumados e vão tocando o barco. Nisso os filhos crescem despreparados. E o problema nunca será resolvido.
Desse modo os pais ficam verdadeiramente à mercê dessa situação assustadora, vergonhosa e afrontosa. Mas por que tudo isso? Um dos motivos é a própria falto de tenacidade do povo, de fibra, de falta de vontade, de coragem, de ânimo, de conhecimento ou de cidadania para reivindicar suas melhoras, seus direitos. Isto decorre da falta de uma educação de base que não tiveram. E para combater essa situação o governo deveria agir. E nossos representantes políticos (?) também. Mas não o fazem. O porquê será assunto de uma nova abordagem. Mas vejamos:
OS LIVROS DIDÁTICOS
Quem inventou essa história de livros didáticos que os próprios alunos neles escrevem e no final do ano não servem para outras pessoas? E além dos inventores há que se saber quem assumiu e aceitou toda essa idéia em um país que milhares de pessoas passam necessidade, não tem acesso à educação nem à saúde como determina a Constituição Brasileira? A classe educadora (direções de escolas e pessoas capacitadas para ver este problema na realidade estão totalmente cegas). Não enxergam mais do que seus limites burocráticos, interesses salariais, comodismo etc. O problema é mais sério assim, pois se as pessoas que deveriam denunciar e assim contribuir para a melhoria do ensino não o fazem de forma adequada, tudo está perdido. Pois esperar pela classe política é difícil. Alguma coisa como acreditar que Papai Noel existe e por aí vai...
Os livros deveriam voltar a ser como antigamente - utilizáveis por um período mais longo - e não servir a interesses financeiros de grupos, de editoras e sabemos mais de quem patrocina isso tudo. Mas não, um livro que um pai compra hoje é utilizado por seu filho e dura somente um ano. E depois, ora, joga-se fora e compra-se outro. Simples assim, como a propaganda diz. E o povo é que se dane, como dizem muitos.
O Portal Messejana ofereceu espaço gratuito para todas as escolas públicas da comunidade. Algumas a muito custo e insistência do próprio site forneceram um histórico, alguns dados para a confecção de suas páginas. Mas na realidade não houve o interesse por parte das direções como o Portal esperava. Um espaço livre para a divulgação de artigos dos estudantes, como incentivo à educação, à cultura e ao conhecimento. Sabem quantos colégios enviaram matérias para serem divulgadas na seção Estudantil, como artigos de alunos, trabalhos escolares etc.? Nenhum colégio e nenhum artigo. Nada. O mesmo exemplo se dá com a comunidade, pelo incansável oferecimento do Portal para reportagens com lideranças para apresentar suas reivindicações. Ninguém quer saber de nada.
Que pena que chegamos a este ponto.
João Ribeiro da Silva Neto
Analista de Informações e Diretor do Instituto Portal Messejana
Educação, um direito de todos?
Educação, um direito de todos?
Deveria ser. Pelo menos é o que as leis dizem. Mas no Brasil isso infelizmente não ocorre. Há muitos países em nosso continente, são diversas localidades em regiões diferentes, com culturas, costumes e renda per capita diferente também.
A diversidade, portanto, é enorme. As desigualdades nem se fala. Dentro desses fatores existe a exploração desenfreada de pessoas inescrupulosas que pecam de forma direta ou indireta, por não agirem contra o "status quo" no momento em que agem, com todas as técnicas de marketing, de propaganda e pela simples falta de informação mesmo. De verdade. Pergunte se o pessoal está com dinheiro para o carnaval? Ora, claro que sim...
E para a cerveja e outros excessos cometidos ao longo do ano. Também. As propagandas se voltam para as datas festivas ou comemorativas. E a cada semana tem uma marcada. É Dia disso, daquilo etc. É feriadão que não acaba mais. E os lucros dos comerciantes aumentam. Os dos bancos ainda mais. Quando se acaba de comemorar uma data pode ver que já vem outra bem próxima, com todas as ofertas, promoções e atrativos para fazer você usar seu cartão de crédito. É assim ou não é?
AS DIFICULDADES DOS PAIS MAIS CARENTES PARA EDUCAR SEUS FILHOS
Vamos abreviar: o que queremos dizer é que em nosso país, particularmente no Estado do Ceará, um dos mais desfavorecidos da União, a escolarização se torna mais difícil em particular para as crianças, cujos pais têm pouca ou quase nenhuma renda.
Isto, dentre outros fatores, por conta da falta de creches do governo e pelo total desrespeito por parte da maioria das escolas particulares, que abusam no preço das mensalidades, nas exigências do material escolar (infindáveis listas de compras, pela qualidade e quantidade), além de desrespeitar e muito a livre concorrência ao determinar que tipo de livro ou de material deve ser adquirido pelo aluno e até mesmo, em alguns casos, indicar onde o cidadão é obrigado a comprar. Obrigado? Ninguém é obrigado a fazer nada... Mas nesse caso é. Senão vejamos.
Creiam que existem livros indicados por escolas de Messejana, que somente são vendidos na própria escola. E aí, fazer o que? Os pais ficam desesperados. Ou não... Até que alguns pela própria situação de penúria já estão acostumados e vão tocando o barco. Nisso os filhos crescem despreparados. E o problema nunca será resolvido.
Desse modo os pais ficam verdadeiramente à mercê dessa situação assustadora, vergonhosa e afrontosa. Mas por que tudo isso? Um dos motivos é a própria falto de tenacidade do povo, de fibra, de falta de vontade, de coragem, de ânimo, de conhecimento ou de cidadania para reivindicar suas melhoras, seus direitos. Isto decorre da falta de uma educação de base que não tiveram. E para combater essa situação o governo deveria agir. E nossos representantes políticos (?) também. Mas não o fazem. O porquê será assunto de uma nova abordagem. Mas vejamos:
OS LIVROS DIDÁTICOS
Quem inventou essa história de livros didáticos que os próprios alunos neles escrevem e no final do ano não servem para outras pessoas? E além dos inventores há que se saber quem assumiu e aceitou toda essa idéia em um país que milhares de pessoas passam necessidade, não tem acesso à educação nem à saúde como determina a Constituição Brasileira? A classe educadora (direções de escolas e pessoas capacitadas para ver este problema na realidade estão totalmente cegas). Não enxergam mais do que seus limites burocráticos, interesses salariais, comodismo etc. O problema é mais sério assim, pois se as pessoas que deveriam denunciar e assim contribuir para a melhoria do ensino não o fazem de forma adequada, tudo está perdido. Pois esperar pela classe política é difícil. Alguma coisa como acreditar que Papai Noel existe e por aí vai...
Os livros deveriam voltar a ser como antigamente - utilizáveis por um período mais longo - e não servir a interesses financeiros de grupos, de editoras e sabemos mais de quem patrocina isso tudo. Mas não, um livro que um pai compra hoje é utilizado por seu filho e dura somente um ano. E depois, ora, joga-se fora e compra-se outro. Simples assim, como a propaganda diz. E o povo é que se dane, como dizem muitos.
O Portal Messejana ofereceu espaço gratuito para todas as escolas públicas da comunidade. Algumas a muito custo e insistência do próprio site forneceram um histórico, alguns dados para a confecção de suas páginas. Mas na realidade não houve o interesse por parte das direções como o Portal esperava. Um espaço livre para a divulgação de artigos dos estudantes, como incentivo à educação, à cultura e ao conhecimento. Sabem quantos colégios enviaram matérias para serem divulgadas na seção Estudantil, como artigos de alunos, trabalhos escolares etc.? Nenhum colégio e nenhum artigo. Nada. O mesmo exemplo se dá com a comunidade, pelo incansável oferecimento do Portal para reportagens com lideranças para apresentar suas reivindicações. Ninguém quer saber de nada.
Que pena que chegamos a este ponto.
João Ribeiro da Silva Neto
Analista de Informações e Diretor do Instituto Portal Messejana
contato@portalmessejana.com.br
http://www.portalmessejana.com.br
Deveria ser. Pelo menos é o que as leis dizem. Mas no Brasil isso infelizmente não ocorre. Há muitos países em nosso continente, são diversas localidades em regiões diferentes, com culturas, costumes e renda per capita diferente também.
A diversidade, portanto, é enorme. As desigualdades nem se fala. Dentro desses fatores existe a exploração desenfreada de pessoas inescrupulosas que pecam de forma direta ou indireta, por não agirem contra o "status quo" no momento em que agem, com todas as técnicas de marketing, de propaganda e pela simples falta de informação mesmo. De verdade. Pergunte se o pessoal está com dinheiro para o carnaval? Ora, claro que sim...
E para a cerveja e outros excessos cometidos ao longo do ano. Também. As propagandas se voltam para as datas festivas ou comemorativas. E a cada semana tem uma marcada. É Dia disso, daquilo etc. É feriadão que não acaba mais. E os lucros dos comerciantes aumentam. Os dos bancos ainda mais. Quando se acaba de comemorar uma data pode ver que já vem outra bem próxima, com todas as ofertas, promoções e atrativos para fazer você usar seu cartão de crédito. É assim ou não é?
AS DIFICULDADES DOS PAIS MAIS CARENTES PARA EDUCAR SEUS FILHOS
Vamos abreviar: o que queremos dizer é que em nosso país, particularmente no Estado do Ceará, um dos mais desfavorecidos da União, a escolarização se torna mais difícil em particular para as crianças, cujos pais têm pouca ou quase nenhuma renda.
Isto, dentre outros fatores, por conta da falta de creches do governo e pelo total desrespeito por parte da maioria das escolas particulares, que abusam no preço das mensalidades, nas exigências do material escolar (infindáveis listas de compras, pela qualidade e quantidade), além de desrespeitar e muito a livre concorrência ao determinar que tipo de livro ou de material deve ser adquirido pelo aluno e até mesmo, em alguns casos, indicar onde o cidadão é obrigado a comprar. Obrigado? Ninguém é obrigado a fazer nada... Mas nesse caso é. Senão vejamos.
Creiam que existem livros indicados por escolas de Messejana, que somente são vendidos na própria escola. E aí, fazer o que? Os pais ficam desesperados. Ou não... Até que alguns pela própria situação de penúria já estão acostumados e vão tocando o barco. Nisso os filhos crescem despreparados. E o problema nunca será resolvido.
Desse modo os pais ficam verdadeiramente à mercê dessa situação assustadora, vergonhosa e afrontosa. Mas por que tudo isso? Um dos motivos é a própria falto de tenacidade do povo, de fibra, de falta de vontade, de coragem, de ânimo, de conhecimento ou de cidadania para reivindicar suas melhoras, seus direitos. Isto decorre da falta de uma educação de base que não tiveram. E para combater essa situação o governo deveria agir. E nossos representantes políticos (?) também. Mas não o fazem. O porquê será assunto de uma nova abordagem. Mas vejamos:
OS LIVROS DIDÁTICOS
Quem inventou essa história de livros didáticos que os próprios alunos neles escrevem e no final do ano não servem para outras pessoas? E além dos inventores há que se saber quem assumiu e aceitou toda essa idéia em um país que milhares de pessoas passam necessidade, não tem acesso à educação nem à saúde como determina a Constituição Brasileira? A classe educadora (direções de escolas e pessoas capacitadas para ver este problema na realidade estão totalmente cegas). Não enxergam mais do que seus limites burocráticos, interesses salariais, comodismo etc. O problema é mais sério assim, pois se as pessoas que deveriam denunciar e assim contribuir para a melhoria do ensino não o fazem de forma adequada, tudo está perdido. Pois esperar pela classe política é difícil. Alguma coisa como acreditar que Papai Noel existe e por aí vai...
Os livros deveriam voltar a ser como antigamente - utilizáveis por um período mais longo - e não servir a interesses financeiros de grupos, de editoras e sabemos mais de quem patrocina isso tudo. Mas não, um livro que um pai compra hoje é utilizado por seu filho e dura somente um ano. E depois, ora, joga-se fora e compra-se outro. Simples assim, como a propaganda diz. E o povo é que se dane, como dizem muitos.
O Portal Messejana ofereceu espaço gratuito para todas as escolas públicas da comunidade. Algumas a muito custo e insistência do próprio site forneceram um histórico, alguns dados para a confecção de suas páginas. Mas na realidade não houve o interesse por parte das direções como o Portal esperava. Um espaço livre para a divulgação de artigos dos estudantes, como incentivo à educação, à cultura e ao conhecimento. Sabem quantos colégios enviaram matérias para serem divulgadas na seção Estudantil, como artigos de alunos, trabalhos escolares etc.? Nenhum colégio e nenhum artigo. Nada. O mesmo exemplo se dá com a comunidade, pelo incansável oferecimento do Portal para reportagens com lideranças para apresentar suas reivindicações. Ninguém quer saber de nada.
Que pena que chegamos a este ponto.
João Ribeiro da Silva Neto
Analista de Informações e Diretor do Instituto Portal Messejana
contato@portalmessejana.com.br
http://www.portalmessejana.com.br
O Tempo - para perceber e refletir
O Tempo - para perceber e refletir
Você tem tempo para ler essas considerações?
O tempo. Sim, o tempo. Interesses múltiplos de vida. Condições às vezes adversas, lutas, felicidade e alegrias momentâneas, procura de condições seguras e estáveis, do tão falado amor – palavra tão batida...
Ah! Esse tal de amor parece ser mesmo difícil e fácil. Como descrevê-lo? Uma conjunção de fatores positivos e também negativos.
Volta o tempo. A espera, a demora, a angústia, a ansiedade, a passagem rápida (ou não) do tempo, os dissabores, as alegrias da vida material e a procura do espiritualismo. Com suas dúvidas decorrentes.
O respeito, a importância do bem-querer, as respostas que nem sempre atendem ao esperado. Ofertas não bem interpretadas, a boa (e a má) vontade.
Volta o tempo. Passa, passa, passa e continua a passar como em queda vertiginosa. Um corpo caindo em conformidade com as leis estruturais.
O tempo e a mente. A mente com a juventude não perene, mas sempre bela. Juventude que se esvai com o tempo. E o tempo que consolida uma juventude por uma vida.
Eternidade, o que será? O tempo futuro dirá. Marchas e contramarchas. Nem sempre foi assim. Mas com o tempo começaram a ocorrer. Fenômenos vitais, atrações (ou não), impressões também. Fases repentinas.
O tempo volta. Impulsos novamente. O tempo e a relação com a energia. Energia positiva em busca do prazer, da felicidade.
A seqüência natural da vida e suas relações. O tempo e as interferências devidas (ou não) e os contratempos. As expectativas em sociedade. Sim, a família! Quem a conduz realmente? Seria o destino?
O tempo, novamente o tempo, o poder incontrolável do tempo. As respostas íntimas dos que nos cercam. As amizades (?), difíceis relacionamentos que se fazem – e se desmancham - com o tempo.
A pressa e sua relação com o tempo. As idéias, os pensamentos e os relacionamentos, poucos ou quase nulos, mais uma vez controlados pelo tempo.
A vida e o tempo. Como seria o tempo atual se o tempo passado tivesse sido alterado?
A idade, a consciência, o respeito, a amizade, o entendimento, seriam condicionantes para a felicidade? O que seria a felicidade? Ela existe ou não passa de condições momentâneas de sucesso, material ou não?
O tempo. Mais uma vez sua marcação. Algumas pessoas só conhecerão o tempo com a própria passagem do tempo, quando passarão a respeitá-lo.
A incógnita maior – as encruzilhadas da vida, as dúvidas, as incertezas, tudo ocorre com a vivência do tempo. Mais ele continua a correr célere. Bem mais ágil, ele voa, viaja, atravessa fronteiras inimagináveis, que às vezes nem mesmo ele poderia permitir.
O tempo e a família. Mas uma vez ele ganha a batalha, no tempo em que a família se finda, se transforma e ele permanece incólume, sem alterações.
A rispidez das palavras e o tempo. Os mal-entendidos ao longo do tempo. A procura de tempo para ser feliz. As ilusões da vida. Novamente emergem as glórias, os sucessos e os fracassos, que de nada valem em confronto com o tempo.
O entendimento chega ou falta com o tempo.
E ele continua a passar, como o vento, as nuvens, a imaginação, as fantasias e os sonhos. Os sonhos e o tempo.
O tempo e os desenganos. Sorrisos com o tempo e do tempo. Chorar ou sorrir. A seriedade e o tempo.
Sim, a seriedade e o tempo. Fator de influência positiva para a vida. Positiva de que modo? Só o tempo poderá dizer.
O que vale a pena fazer com o tempo? As negativas que o tempo nos apresenta – e as positivas também!
As pessoas e o tempo. Os registros do tempo. O tempo e a história. Um diário sobre o tempo? Não, simples observações sobre ele – o mais importante fator material abstrato (?) que passo a notar.
As variantes do tempo e das pessoas. As amizades (?) mais uma vez. O afeto jogado contra o tempo e devolvido pelo próprio tempo. Ingratidão?
O tempo de reconhecer limitações a tempo. O tempo de aprender mais sobre a vida. A firmeza que o tempo nos dá quando nos auxilia em nossa energia. E ao mesmo tempo tira em algum tempo nossa parcela material de vida.
As coleções de venturas e desventuras durante todo o tempo. O caminho difícil ao longo desse tempo. As respostas - ou a falta delas - com o tempo.
O interesse voltado, o permitido, o proibido, tudo muda com o tempo.
Labirintos, voltas, curvas, indecisões, dúvidas, tudo isso nos acompanha como o próprio tempo. A franqueza nas idéias, as convicções, os convencimentos pessoais e interpessoais.
O percurso da vida e do tempo... A impossível volta no tempo. Viagem sem destino (?), mas por ele orientada e marcada.
Tempo para viver, tempo para morrer, para sorrir e para chorar. Tempo para lembrar e tempo para esquecer.
Para que tanto tempo?
Novamente os contratempos. As trilhas da vida e os caminhos guiados ou marcados pelo tempo. O tempo na eternidade. Como será?
Perguntas e o silêncio. Ninguém me fala nada. Só o tempo me responderá!!!
Ofertas generosas, boas intenções, vida, relações, tudo perdido no tempo? Os desencontros do tempo.
Companhia e amizade, juntas no tempo. Ajuda? Nem sempre... As traições e trapaças que o tempo nos oferece. Sobras, escuridão, silêncio...
Uma voz que ecoa no tempo – e que soa em outro tempo. Um sentido de busca e uma perda de tempo.
A sinceridade, que atravessa a vida e consegue ganhar do próprio tempo.
E a verdade? Onde fica esta condicionante? É sempre consolidada pelo tempo. Mas a sinceridade pode mudar, e daí??? Culpa do tempo? De uma vida no tempo ou de uma falta de tempo?
Palavras, conexões, sentenças, idéias, juízo, jogados no tempo. Quem terá tempo para perder com isso tudo? As palavras se perdem também com o tempo. Algumas delas – mais quais? – permanecerão mais tempo?
As interrogações que a vida nos apresenta e as respostas que oferecemos (ou não), de acordo com cada tempo. Condições que o tempo nos apresenta. O tempo e o clima. Sim! A importância do clima de nossos espíritos. A verdade mais uma vez retorna, a firmeza nos ampara.
A companhia ou a solidão no tempo? O homem ao longo do tempo e o aprendizado com o passar da vida.
Mais indecisões. Passos certos ou errados? Pensamentos coerentes? Ou não? Erros e acertos no tempo. Tudo evidencia bem a fragilidade de nosso corpo, de nossa vida, de nossa existência, de nossa pouca sabedoria, de nossa insignificância diante da Energia Suprema, que controla o tempo.
Que tempo nos resta? Que tempo me resta? Não sei. Novamente só o tempo me responderá. Mais vida. Vida? Será que a continuaremos no outro lado? Só o tempo dirá. A corrida, a falta (e a sobra) de tempo. E mais perguntas e respostas virão certamente. E com elas novas perguntas e novas dúvidas.
Isso mesmo! O tempo passa e nós continuamos imperfeitos. Eu sou humano!!!
Tudo tem uma inspiração e também um motivo. O entendimento virá?
Claro, com o tempo...
Você tem tempo para ler essas considerações?
O tempo. Sim, o tempo. Interesses múltiplos de vida. Condições às vezes adversas, lutas, felicidade e alegrias momentâneas, procura de condições seguras e estáveis, do tão falado amor – palavra tão batida...
Ah! Esse tal de amor parece ser mesmo difícil e fácil. Como descrevê-lo? Uma conjunção de fatores positivos e também negativos.
Volta o tempo. A espera, a demora, a angústia, a ansiedade, a passagem rápida (ou não) do tempo, os dissabores, as alegrias da vida material e a procura do espiritualismo. Com suas dúvidas decorrentes.
O respeito, a importância do bem-querer, as respostas que nem sempre atendem ao esperado. Ofertas não bem interpretadas, a boa (e a má) vontade.
Volta o tempo. Passa, passa, passa e continua a passar como em queda vertiginosa. Um corpo caindo em conformidade com as leis estruturais.
O tempo e a mente. A mente com a juventude não perene, mas sempre bela. Juventude que se esvai com o tempo. E o tempo que consolida uma juventude por uma vida.
Eternidade, o que será? O tempo futuro dirá. Marchas e contramarchas. Nem sempre foi assim. Mas com o tempo começaram a ocorrer. Fenômenos vitais, atrações (ou não), impressões também. Fases repentinas.
O tempo volta. Impulsos novamente. O tempo e a relação com a energia. Energia positiva em busca do prazer, da felicidade.
A seqüência natural da vida e suas relações. O tempo e as interferências devidas (ou não) e os contratempos. As expectativas em sociedade. Sim, a família! Quem a conduz realmente? Seria o destino?
O tempo, novamente o tempo, o poder incontrolável do tempo. As respostas íntimas dos que nos cercam. As amizades (?), difíceis relacionamentos que se fazem – e se desmancham - com o tempo.
A pressa e sua relação com o tempo. As idéias, os pensamentos e os relacionamentos, poucos ou quase nulos, mais uma vez controlados pelo tempo.
A vida e o tempo. Como seria o tempo atual se o tempo passado tivesse sido alterado?
A idade, a consciência, o respeito, a amizade, o entendimento, seriam condicionantes para a felicidade? O que seria a felicidade? Ela existe ou não passa de condições momentâneas de sucesso, material ou não?
O tempo. Mais uma vez sua marcação. Algumas pessoas só conhecerão o tempo com a própria passagem do tempo, quando passarão a respeitá-lo.
A incógnita maior – as encruzilhadas da vida, as dúvidas, as incertezas, tudo ocorre com a vivência do tempo. Mais ele continua a correr célere. Bem mais ágil, ele voa, viaja, atravessa fronteiras inimagináveis, que às vezes nem mesmo ele poderia permitir.
O tempo e a família. Mas uma vez ele ganha a batalha, no tempo em que a família se finda, se transforma e ele permanece incólume, sem alterações.
A rispidez das palavras e o tempo. Os mal-entendidos ao longo do tempo. A procura de tempo para ser feliz. As ilusões da vida. Novamente emergem as glórias, os sucessos e os fracassos, que de nada valem em confronto com o tempo.
O entendimento chega ou falta com o tempo.
E ele continua a passar, como o vento, as nuvens, a imaginação, as fantasias e os sonhos. Os sonhos e o tempo.
O tempo e os desenganos. Sorrisos com o tempo e do tempo. Chorar ou sorrir. A seriedade e o tempo.
Sim, a seriedade e o tempo. Fator de influência positiva para a vida. Positiva de que modo? Só o tempo poderá dizer.
O que vale a pena fazer com o tempo? As negativas que o tempo nos apresenta – e as positivas também!
As pessoas e o tempo. Os registros do tempo. O tempo e a história. Um diário sobre o tempo? Não, simples observações sobre ele – o mais importante fator material abstrato (?) que passo a notar.
As variantes do tempo e das pessoas. As amizades (?) mais uma vez. O afeto jogado contra o tempo e devolvido pelo próprio tempo. Ingratidão?
O tempo de reconhecer limitações a tempo. O tempo de aprender mais sobre a vida. A firmeza que o tempo nos dá quando nos auxilia em nossa energia. E ao mesmo tempo tira em algum tempo nossa parcela material de vida.
As coleções de venturas e desventuras durante todo o tempo. O caminho difícil ao longo desse tempo. As respostas - ou a falta delas - com o tempo.
O interesse voltado, o permitido, o proibido, tudo muda com o tempo.
Labirintos, voltas, curvas, indecisões, dúvidas, tudo isso nos acompanha como o próprio tempo. A franqueza nas idéias, as convicções, os convencimentos pessoais e interpessoais.
O percurso da vida e do tempo... A impossível volta no tempo. Viagem sem destino (?), mas por ele orientada e marcada.
Tempo para viver, tempo para morrer, para sorrir e para chorar. Tempo para lembrar e tempo para esquecer.
Para que tanto tempo?
Novamente os contratempos. As trilhas da vida e os caminhos guiados ou marcados pelo tempo. O tempo na eternidade. Como será?
Perguntas e o silêncio. Ninguém me fala nada. Só o tempo me responderá!!!
Ofertas generosas, boas intenções, vida, relações, tudo perdido no tempo? Os desencontros do tempo.
Companhia e amizade, juntas no tempo. Ajuda? Nem sempre... As traições e trapaças que o tempo nos oferece. Sobras, escuridão, silêncio...
Uma voz que ecoa no tempo – e que soa em outro tempo. Um sentido de busca e uma perda de tempo.
A sinceridade, que atravessa a vida e consegue ganhar do próprio tempo.
E a verdade? Onde fica esta condicionante? É sempre consolidada pelo tempo. Mas a sinceridade pode mudar, e daí??? Culpa do tempo? De uma vida no tempo ou de uma falta de tempo?
Palavras, conexões, sentenças, idéias, juízo, jogados no tempo. Quem terá tempo para perder com isso tudo? As palavras se perdem também com o tempo. Algumas delas – mais quais? – permanecerão mais tempo?
As interrogações que a vida nos apresenta e as respostas que oferecemos (ou não), de acordo com cada tempo. Condições que o tempo nos apresenta. O tempo e o clima. Sim! A importância do clima de nossos espíritos. A verdade mais uma vez retorna, a firmeza nos ampara.
A companhia ou a solidão no tempo? O homem ao longo do tempo e o aprendizado com o passar da vida.
Mais indecisões. Passos certos ou errados? Pensamentos coerentes? Ou não? Erros e acertos no tempo. Tudo evidencia bem a fragilidade de nosso corpo, de nossa vida, de nossa existência, de nossa pouca sabedoria, de nossa insignificância diante da Energia Suprema, que controla o tempo.
Que tempo nos resta? Que tempo me resta? Não sei. Novamente só o tempo me responderá. Mais vida. Vida? Será que a continuaremos no outro lado? Só o tempo dirá. A corrida, a falta (e a sobra) de tempo. E mais perguntas e respostas virão certamente. E com elas novas perguntas e novas dúvidas.
Isso mesmo! O tempo passa e nós continuamos imperfeitos. Eu sou humano!!!
Tudo tem uma inspiração e também um motivo. O entendimento virá?
Claro, com o tempo...
João Ribeiro
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